País ainda conta com rodovias precárias, mas empresas como Sinergia buscam dinamizar os processos

Mesmo com pequenos avanços, Brasil ainda encontra dificuldades no investimento em infraestrutura e logística

O Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial, sendo a sétima economia no Produto Interno Bruto (PIB) de todo o globo. Estes números apresentam a importância da infraestrutura, principalmente no setor de logística. Dados da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostram que o país gasta 12,8% do PIB apenas no setor logístico, antes 8,2% dos Estados Unidos. Mas o que esses números expressam? Para responder à pergunta, precisamos estabelecer um panorama geral sobre este setor no país.

O primeiro ponto é a pavimentação de nossas estradas. O número ultrapassa apenas 10% em todo o território nacional, mostrando a defasagem em infraestrutura de nossas vias. Há dificuldades em todos os setores de mercado no transporte de economia principalmente por esse fator. Para superar este obstáculo, as próprias empresas de logística, como a Sinergia, precisam investir em tecnologia e capacitar seus profissionais.

O estado das rodovias e a burocracia sufocante também comprometem o setor logístico nacional. Apenas em custos com manutenção da frota, transportes e gastos de viagem (pedágio, combustível, etc.), o valor chega a mais de R$ 17 bilhões, segundo dados da Fiesp. Isto encare não apenas na contratação de empresas de frete e transporte, mas também no valor final do produto ao consumidor comum.

Quando falamos de tecnologia o cenário se resume a poucas organizações que investem em soluções. Dentre elas está a Sinergia, que descomplica os processos logísticos desde a base (contratante) até a ponta (motorista). Contudo, a maioria do mercado do segmento continua com a defasagem tecnológica. O rastreamento de cargas, por exemplo, é um modelo consolidado em todo o mundo e com um bom tempo no país. Contudo, visando a economia e apostando todas as fichas em seguradoras, as empresas de logística podem atrasar a entrega e gerar quebras de cláusulas contratuais devido à falta desta tecnologia em sua frota.

A quarta característica é algo que chegou ao segmento com mais força nos últimos anos: a comunicação entre empresas contraentes, contratadas, colaboradores e prestadores de serviço terceirizados. Antes, a comunicação era remota, causando problemas em estabelecer feedbacks dos serviços. Hoje, com a automatização da gestão de fretes e transportes, o cenário melhorou e é possível corrigir os erros. Aplicativos como a Sinergia são o melhor exemplo desse avanço exponencial: todos os lados têm a possibilidade de apontar os desafios enfrentados nas estradas país a fora.

O cenário também apresenta melhoras quando falamos do investimento do setor privado, que vem crescendo ano a ano. Mesmo com a crise econômica que assolou o país recentemente, os investimentos em infraestrutura de empresários e organizações aumentou. Parcerias público-privadas e concessões passaram a ser mais frequentes entre 2016 e 2017, permitindo a expansão do setor logístico e a consequente redução de gastos com a manutenção das frotas.

Mesmo com rodovias em situação delicada, pouca pavimentação em relação ao total de estradas e toda a burocracia envolvida, nunca antes as questões de infraestrutura, logística e transporte de cargas tiveram tanta atenção no país. A contribuição vem, em considerável parcela, da automatização e facilidade que aplicativos como a Sinergia disponibilizam para seus clientes, reduzindo custos, antecipando os valores a serem gastos e colocando os trabalhadores da estrada como porta-vozes da situação atual do setor. Assim, evidencia-se os problemas e as soluções podem ser trabalhadas em conjunto, tanto no setor público, quanto privado.

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